A cerca que está
sendo construída para proteger o Sambaqui Cabeçuda-01 em Laguna, SC, foi a
última vítima do vandalismo em Santa Catarina em área de patrimônio tombado
pela União, uma prática que gera prejuízos financeiros e culturais ao povo
brasileiro.
O dano foi verificado por funcionários da empresa L
Construções e pela equipe de arqueólogos do GRUPEP-Arqueologia, responsáveis
pelo cercamento e acompanhamento da obra. Ao chegarem no local, na
segunda-feira (01/09/2014) pela manhã, constataram que 28 moirões foram
quebrados durante o final de semana.
Este sítio arqueológico vem sendo alvo de ações
depredatórias ao longo de sua existência, e na tentativa de inibir estes atos,
o IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – determinou o
cercamento do Sambaqui. Para a pesquisadora do GRUPEP - Arqueologia Bruna
Cataneo Zamparetti, ´´... estes atos de vandalismo não refletem a relação da
comunidade de Cabeçuda com o sítio arqueológico, uma vez que esta, considera o
Sambaqui Cabeçuda 01, um patrimônio histórico cultural, procurando sua
preservação. O vandalismo por sua vez, representa atitudes isoladas de
interesses particulares´´.
Um Boletim de Ocorrência já foi registrado
junto a delegacia de Polícia Civil de Laguna, e o caso está sendo investigado. Os
responsáveis terão de arcar com os danos ao patrimônio público.
As leis contra
atos de vandalismo, para maiores informações, podem ser encontradas no site da
JusBrasil. Segue o link abaixo:
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